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ANALGESIA DO TRABALHO DE PARTO

    A dor experimentada durante o trabalho de parto pode ser uma experiência bastante marcante para a gestante. Além disso, ela desencadeia respostas fisiológicas indesejáveis para a mãe e também para o feto. A intensidade da dor é comparável a amputação de um dedo.

    As repercussões fisiológicas são as seguintes: durante a dor do trabalho de parto, a mãe respira rapidamente, baixando o nível de CO2 sangüíneo a valores indesejáveis e ocasionando distúrbios no pH materno (alcalemia) que culminam com a diminuição do fornecimento de oxigênio para o feto.

    Papel do Anestesiologista no Alívio da Dor do Trabalho de Parto

    O anestesiologista é o profissional da saúde que realiza a analgesia do trabalho de parto, garantindo assim um maior bem-estar para o binômio mãe-feto. Além disso, compete a ele explicar as maneiras pela qual são realizadas a analgesia e tranqüilizar o casal quanto a quaisquer dúvidas.

    O principal objetivo da analgesia do trabalho de par to é o alívio da dor sem que cessem as contrações necessárias para o nascimento da criança , ou seja, o que diferencia o trabalho de parto com analgesia e o sem analgesia é o alívio da dor.

   Existem várias maneiras de se realizar a analgesia do trabalho de parto, a mais difundida é a anestesia peridural contínua (colocação de cateter), pela qual são administrados anestésicos locais que garantem o alívio da dor. No caso da necessidade de cesariana durante o procedimento, não é necessária a realização de uma nova técnica anestésica. Pelo mesmo cateter da analgesia são dadas doses suplementares de anestésico que garantirão a realização da cesariana sem dor.

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